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O site emprego publicou recentemente um artigo que referia o facto de 80% da população americana ter medo de falar em público. Os dados não são exclusivos do continente americano, já que muitas outras investigações comprovam que este é, efetivamente, o maior medo apresentado pelas pessoas de todos os pontos do globo terrestre. Curiosamente, o medo da exposição pública ou massificada parece muito superior ao receio que as pessoas demonstram por outros temas, como as alturas, os insetos e até mesmo a morte.

Por isso, perguntamos: também bloqueia quando tem de fazer uma apresentação? Caso isto lhe aconteça, sabe agora que é normal e comum que isso suceda. Mas, se calhar, o que não sabe é que uma formação em técnicas de apresentação pode ser a ferramenta certa para que consiga ultrapassar esse receio e para que as suas próprias exposições sejam realmente dignas de "mestre"!

De onde vem o medo de falar em público?

imagem210A maioria dos psicólogos e investigadores está de acordo: o medo de falar em público advém, sobretudo, do receio de nos expormos à crítica exterior, o que nos leva a preferir estar nos "bastidores" do que enfrentar uma plateia.

De facto, sempre que é necessário fazer uma apresentação, o orador fica totalmente exposto aos olhares dos interocutores, que em poucos segundos analisam todos os detalhes da sua presença: desde o vestuário, ao comportamento e à clareza da oralidade. E isto pode ser altamente constrangedor para pessoas que não têm efetivo domínio da técnicas de apresentação.

Obviamente que tudo isto se prende com a autoimagem e com a autoconfiança individuais, refletindo as inseguranças naturais que todos revelamos nos momentos em que temos de nos expor perante uma audiência.

Para contrariar esta tendência, há que saber dominar os sinais do nosso corpo e que controlar a nossa comunicação não-verbal, de modo a que os interlocutores não se apercebam dos receios sentidos pelo orador e a que as apresentações sejam o mais eficazes possível, fazendo de cada intervenção um momento de real sucesso.

As formações em técnicas de apresentação são precisamente enfocadas no treino desta segurança que, mesmo podendo ser aparente nas primeiras intervenções realizadas, depressa se convertera numa confiança efetivamente sentida. Tudo graças à realização de dinâmicas e exercícios que treinam o raciocinio, o corpo, a voz e a linguagem de forma a que, sintonizadamente, se promova um potencial de intervenção de real eficácia.

O treino é a alma do negócio

Uma formação em técnicas de apresentação confere uma série de ferramentas e técnicas para que todas as exposições sejam, realmente, de alto qualidade e de grande impacto.

Mas, mesmo depois de uma especialização formativa, é essencial que os profissionais dediquem regularmente algum tempo ao treino das suas competências orais e comportamentais, pelo que se sugere que:

  • Fale. Muito! A verdade é que, quanto mais comunicamos, mais desenvolvemos as nossas competências comunicacionais. Por isso, é essencial que se converse bastante, seja com amigos, familiares, colegas ou até desconhecidos;
  • Treine em voz alta. Se vai ter de fazer uma apresentação, não confie no fator sorte nem nas técnicas de improviso. Os bons oradores sabem que uma boa exposição depende - sempre! - de muito treino;
  • Fale em frente ao espelho. Olhe-se nos olhos e faça a sua apresentação como se estivesse a falar para um interlocutor. Treine as expressões e a entoação, até que o sorriso e a oralidade fluida se façam finalmente sentir.
  • Grave uma apresentação sua. Esta é uma das mais potentes técnicas de autoaprendizagem em ambiente expositivo, na medida em que nos permite conhecer bengalas, tiques nervosos e trejeitos comportamentais de que, provavelmente, nunca nos apercebemos.

O treino, a par com a realização de uma formação em técnicas de apresentação, será então o melhor caminho para que se liberte do receio de falar em público e para que as suas próximas apresentações terminem com a plateia a aplaudir de pé!

   Sérgio Freitas, vários «skills» ao serviço de uma Missão

   Myers Briggs Type Indicator  I/ESFP

   Perito, Jovial, Cooperativo

 

A minha missão é apoiar líderes e organizações. 

Considero urgente trabalhar as Soft-Skills, para a tomada de consciência com atitude, para atingir os resultados desejados.

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